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Avaliação sumária de empresas

Ao avaliar a sua empresa numa ótica aceite universalmente fica não só com a referência de valor, como também com a ideia que o comprador terá do negócio depois de analisar as contas.

Isso permitirá a ambos pouparem tempo em discussões inócuas sobre valores irrealistas.

É o valor final? De todo, não. É o valor de partida sobre o qual se colocará, para mais ou para menos, as vantagens e desvantagens negociais que cada um tem.

FAQ

É uma estimativa inicial do valor da empresa com base na informação contabilística disponível. Corresponde à primeira perceção de valor que um potencial comprador terá ao analisar o negócio.

Permite estabelecer uma primeira referência de valor e avaliar se a contabilidade reflete, de forma adequada, o real desempenho do negócio.

É também uma ferramenta útil para analisar a criação (ou destruição) de valor ao longo do tempo, especialmente numa perspetiva comparativa.

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Tratando-se de uma avaliação sumária, em que não se estuda a substância dos dados, no caso da informação ser de má qualidade podem existir várias falhas, que serão mais tarde identificadas numa análise mais profunda.

Além disso, a avaliação sumária não leva em conta o grau de dependência da empresa do seu gestor, a evolução conjuntural do mercado em que atua e outros indicadores que, não sendo quantificáveis, são muito determinantes no valor a atribuir.

Numa ótica de acompanhamento, deverá ser realizada anualmente, após o fecho das contas.

Pode também ser efetuada sempre que exista um objetivo específico, como uma potencial transação ou reorganização societária.

Apesar de não substituir uma avaliação detalhada, é particularmente útil como ponto de partida em situações como:

  • Compra ou venda de participações sociais;
  • Processos de herança;
  • Divórcios;
  • Venda de pequenos negócios.

Sim. Uma decisão de investimento ou aquisição deve ser acompanhada por uma análise aprofundada, como uma Due Dilligence.

Este tipo de processo inclui auditoria às contas, ajustamentos ao EBITDA e análise de múltiplas variáveis adicionais.

No entanto, é um processo mais complexo, moroso e com custos elevados (tipicamente superiores a 10.000€).

A avaliação sumária funciona como ponto de partida para decidir se esse investimento adicional se justifica.

A avaliação baseia-se na análise dos últimos 3 a 4 anos de informação financeira (idealmente 4), permitindo identificar tendências do negócio.

Com base nesses dados, são calculados:

  • EBITDA ajustado
  • Cash-flow ajustado

O valor da empresa é depois estimado através de:

  • Método dos múltiplos de EBITDA
  • Método dos fluxos de caixa descontados (DCF)

O relatório apresenta ambos os resultados e a média entre eles.

Os principais pressupostos variam consoante a natureza do negócio, nomeadamente:

  • O múltiplo de EBITDA aplicado, que depende do setor de atividade
  • A taxa de risco utilizada no modelo DCF, ajustada ao perfil de risco da empresa

Estes parâmetros são identificados no relatório e podem ser ajustados.

São solicitados:

  • As últimas 3 IES
  • Um balancete atualizado (opcional)

As IES são informação pública. Já o balancete, por conter maior detalhe, é facultativo. O sistema apenas aceita balancetes acumulados com detalhe mínimo até ao 4.º dígito.

Não. Todos os dados são eliminados automaticamente no prazo máximo de 48 horas após a análise.

Sim. O relatório inclui a demonstração dos cálculos efetuados, permitindo compreender como o valor foi obtido.

Após a submissão dos documentos solicitados e do pagamento, receberá, no prazo de 72 horas um relatório, em formato PDF com todos os elementos.

Poderá consultar aqui um exemplo: PDF

Comece aqui

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